sexta-feira, 25 de março de 2011

Serra prefere Dilma ao Aécio

Interessante que vários jornalistas apontam José Serra como culpado pelo  desmanche do DEM (por perder para Aécio a influência partidária no democratas), o que de fato, tem um fundo de verdade. Todavia, cabe indagar que Kassab, o afilhado político de Serra (agora malcriado político), deseja ser candidato a governador de São Paulo pelo PSD, inviabilizando Geraldo Alkimin do jogo presidencial, uma vez que, o vice governador Afif Domingos aderiu ao PSD. Pra mim, está claríssimo, salvo argumento contraditório, que a criação do de Kassab serve além de Dilma, a Serra e não em razão de neutralizar Alkimin conforme mencionado (porque favorece também ao Aécio), mas sobretudo por embaralhar o jogo político e tirar o foco das discussões sucessórias e obviamente a mídia em torno do senador mineiro. Um outro ponto importante é que a implicância dos paulistas com Aécio sempre foi em razão do tucano mineiro conversar com todos os lados (claro que esse argumento é burro, porque sabemos da disputa entre Serra e Aécio) e que oposição se faz, pelo contraditório e não pela negociação com governo. Vale lembrar que esta tese da oposição "ferrenha" interessava somente a São Paulo ou a José Serra, porque havia um pleito Presidencial colocado e para ter discurso em 2010. O governo paulista não deixou de receber recursos do governo federal, basta ver os números no portal da transparência Brasil, mas é evidente que não recebera proporcionalmente frente aqueles que conversarm mais.  Verdade seja dita: Dilma e o PT estão "nadando de braçada" nesse imbrólio, porque além de desmanchar o DEM, apimenta ainda mais relação entre Serra e Aécio. 

Entendo que o PSD não seja um partideco, pelo contrário, já negociam participação nos governos estaduais. Pelo sim ou pelo não, (se José Serra seja  orientador de Kassab ou se o Pref. paulista seja o traidor de Serra, que lembrando que o ex-Presidenciável não se pronunciou sobre o PSD ainda), o PSD nasce embaralhando o desenho político, porque além de adicionar novos atores e situações, por conseguinte, traz de volta ao cenário político brasileiro FHC e Lula, como forma de por fim a tão aclamada disputa entre os principais governos que passaram pelo Brasil.  Contudo, ainda falta combinar tudo isso, com o super influente Neto de Tancredo, com onda verde da Marina, com Eduardo Campos e não podemos esquecer da "fenix" que morta,  ressurge das cinzes: O falastrão Ciro Gomes.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Principais manchetes jornais - 23/03/2011

Folha de S.Paulo
Pela 1ª vez, Brasil apoia a saída de ditador líbio
Agora S.Paulo
INSS vai dispensar perícia para pagar auxílio-doença
O Estado de S.Paulo
Acordo entrega comando da operação na Líbia à Otan
O Globo
BC indica mais restrição ao crédito para conter inflação
Valor Econômico
Oferta de ações de controle acirra disputa na Usiminas
Correio Braziliense
Juiz bloqueia bens de Roriz, Arruda, Durval e Jaqueline
Estado de Minas
Governo emite alerta para risco de lareiras
Diário do Nordeste
297 mil nomes são retirados do SPC em Fortaleza
Zero Hora
Kadafi reaparece e desafia coalizão
*
Jornais internacionais
The New York Times (EUA)
EUA buscam unificar aliados enquanto bombardeios em Trípoli continuam
The Guardian (Reino Unido)
Discordância no coração da Otan sobre quem comandará operação na Líbia
El País (Espanha)
França propões "direção política" para a operação na Líbia
Clarín (Argentina)
Moyano confirma que gostaria de indicar o vice de Cristina

segunda-feira, 21 de março de 2011

Não sei se é socialista ou fascista, diz tucano mineiro sobre PSD


RAPHAEL VELEDA

DE BELO HORIZONTE 


O novo presidente do PSDB em Minas Gerais assumiu o cargo nesta segunda-feira (21) defendendo a candidatura do senador Aécio Neves à Presidência em 2014 e atacando o PSD, partido que está sendo criado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
"Um partido é uma expressão de correntes da sociedade que têm determinadas ideias", disse o deputado federal Marcus Pestana, que assumiu o comando tucano no Estado.
"Não sei se esse partido [PSD] é social-democrata, se é socialista, se é liberal, se é fascista... Não sei o que une essas pessoas", afirmou ainda Pestana, que foi secretário da Saúde nos dois mandatos de Aécio Neves à frente do governo mineiro.
"O maior líder da oposição brasileira e o mais talentoso líder da nova geração de políticos é disparadamente o nosso Aécio Neves", afirmou.
O senador, que participou do evento esta noite, em Belo Horizonte, foi mais político e disse que seria indelicado de sua parte fazer qualquer comentário em relação a uma decisão "legítima" de Kassab.
"Um partido político não se faz do dia para a noite. Ele, obviamente, deve achar ter as condições necessárias para construir esse projeto. É legítimo, vamos respeitá-lo", disse. 

Direto da Folha

GPR - Gestão Participativa em Rede


GPR - Gestão Participativa em Rede from Rodrigo Porto on Vimeo.

Kassab e suas contradições

Se não fosse verdade, seria um belo e enfadado momento de cretinice aguada e o pior, mal feita. Mais um partido deve ser criado em nosso páis, (já não temos muitos), agora pelo insatisfeito Prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Ontem , Salvador/BA constituiu o primeiro passo para a formalização do Partido Social Democrático (PSD), objetivando coletar assinaturas para a abertura do processo de criação da legenda. O Encontro contou com a presença de deputados e ex-deputados, vereadores, prefeitos e ex-prefeitos, além de lideranças da base aliada dos governos federal e estadual, na Bahia.

Kassab apresentou o novo partido com um discurso contraditório. Inicialmente disse que o PSD terá uma postura independente, na esfera federal, defendendo, porém, o melhor para o Brasil. No final completou para uma plateia formada basicamente por petistas e aliados, que "o melhor para o Brasil será ajudar a presidente Dilma Rousseff e o governador Jaques Wagner (PT), na Bahia".

O que isso significa? Que Serra o elegeu, para depois entregar para Dilma.

sábado, 19 de março de 2011

Serra e Marina: Situações distintas para partidos distintos

Marina no PV é a LIDERANÇA e Serra no PSDB é mais uma das lideranças. Simples assim!. Indagam: Olha, mas são 45 milhões de votos! Sim, está correto! São 45 milhões de votos do partido e não do Serra. A mesma lógica dá-se a Marina, que insatisfeita ensaia deixar o PV. Volto a dizer. Marina é a liderança e não uma das (lideranças) expressão nacional. Se assim, fosse no PSDB, Geraldo Alkimin que tentou apenas uma vez presidência ,deveria querer impor sua vontade, mas já teve sua chance. E quero dizer é que partidos grandes disputas grandes e ponto final. Desconsiderar o papel de José Serra no cenário político é dar tiro no pé, mas considerá-lo como provável presidenciável é legítimo, mas terá de disputar ou seja, se tentar impor sua candidatura como o fez com Aécio, desta vez, não será apenas o mineiro que irá bater o pé. Geraldo Alkimim faz cara de paisagem, mas tá de olho no jogo! Tem blog dizendo um monte de bobagens sobre PSDB não querer o Serra, assim como o PV não quer a Marina. Uma baita bobagem descabida de quem incita o racha dentro PSDB. Me parece mais uma estratégia de quer levar no grito o controle partidário.

Aécio, o culpado

Bem então tá combinado!

Já que Kassab vai deixar o DEM, que tal então os democratas fazerem um festa?

Me pergunto: Por que cargas d´águas não largam o o sujeito que já esperneou, esbravejou para deixar o partido? Por ser o prefeito da maior cidade do país? Pois, tudo bem, mas o cara não quer, o que pode fazer. O pior de tudo isso é que vão arranjar um culpado, aliás já arranjaram. O Aécio.

Marina não quer mais surfar na Onda Verde

O atual presidente da legenda José Luiz Penna que detém o controle quase absoluto da máquina partidária já admitiu que deseja continuar a frente do partido. O grupo ligado a Marina, não concorda e mais uma vez, podemos ter uma mudança no desenho político. Marina quando candidata conseguiu mobilizar setores importantes da sociedade, por seu discurso diferente do então candidato da oposição José Serra (cabe lembrar que Marina contou com a imagem de antipático deste), além de ser mulher. A “Onda Verde” quase que tomou conta do Brasil e algumas capitais, Marina saiu vitoriosa. De qualquer modo, seus 20 milhões de votos a credenciaram a falar mais alto que o próprio partido, considerando que o PV jamais tivera tão ascensão.

A quem interessa a disputa entre Serra e Aécio?

A disputa entre Serra e Aécio, está a cada dia mais aflorada e Presidente Dilma deve estar dando gargalhadas sobre essa situação, bem como trabalhando e trabalhando. Uma das estratégias mais usadas pelos políticos é a de manter seus inimigos ocupados com seus próprios problemas, enquanto articulam se dificuldade. No caso da oposição, Dilma nem precisou mexer um “unha” sequer. O acirramento da disputa entre Serra e Aécio pelo controle partidário, com vistas a 2014 é no mínimo avassalador. O atual Pres. do PSDB Sérgio Guerra era próximo ao Serra (que o queria como Presidente,) todavia, quem deseja o posto desta vez é o próprio ex-governador paulista. Guerra é o candidato de Aécio e da maioria dos tucanos que ainda tem receio de que publicize o que já vem dizendo nos bastidores. Como percebeu que irá perder o controle partidário, orienta Kassab seu afilhado político a entrar no jogo , ameaçando deixar o DEM por causa da influência de Aécio Neves. Os democratas refizeram da forma pactuada e proposta pelo prefeito de São Paulo, mas este recuou e irá criar seu próprio partido. Por conseguinte, frustou os interesses de Serra, que se viu “rifado” por Kassab, ao aproximar do PT/PC do B e Dilma com vistas ao governo de São Paulo em 2014. Toda movimentação e anúncio do PDB (partido de Kassab), a imprensa ridicularizou a ação do prefeito paulista, motivada pelo DEM e Gilberto Kassab voltou a recuar, mas desta vez de vergonha. José Agripino atual Presidente do DEM disse que Kassab quer destruir seu partido e parte para o ataque, mais uma resposta de Aécio ao Serra. O amigo de José Serra, Arruda (aquele José Roberto Arruda que foi expulso do DEM, perdeu o mandato de governador e passou dois meses encarcerado na sede da Polícia Federal), diz que ajudou líderes do DEM a captar dinheiro para campanha, considera-se que foi mais um a resposta de Serra ao Aécio. Segunda-feira, Kassab irá anunciar a criação do novo partido, que nem se sabe o nome mais.  Mais uma resposta de Serra ao Aécio. Enquanto isso, Lula faz palestra, reorganiza os diretórios estaduais do PT e Dilma nada de "braçada"  e ainda divide mesa com o FHC.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Kassab ganha mais um aliado para o PDB : Afif Domingos

Mais uma resposta de José Serra a Aécio Neves. A briga está pra lá de boa e que está acompnhando, percebe que os dois podem muito, todavia, quem pode mais. Eu acredito na máxima política: "Quem pode mais, pode menos". Veiculada agora a pouco no estadão, a notícia que Guilherme Afif Domingos deixará os democratas para se juntar à criação do PDB de Kassab. Mais uma baixa para os democratas e que para alguns analistas restará somente unificar-se ao PSDB e ao PPS, conforme rumores desta semana.


“Eu vou ter uma conversa hoje com o Kassab exatamente para poder traçar os rumos”, disse. “Agora, é uma questão de definição e não é mais hipótese. Nós vamos trabalhar sobre os fatos.” De acordo com Afif, não se cria uma nova sigla com o objetivo de aderir ao governo. “Você cria um partido para ir ao encontro da sociedade”, definiu. O vice-governador disse não saber quem se juntará a ele na agremiação, uma vez que, segundo ele, foi Kassab quem comandou os diálogos. Afif disse que acredita que, no encontro de hoje, deverá ser definida a data de criação da legenda. Ele negou que o novo partido seja um “trampolim político”.
 
Verdade seja dita: Até o momento Dilma deve estar dando gargalhadas com o literal "quebra pau" da oposição e mais: Nenhum deles baixa a bola. Serra dá seus pitacos, escreve alguns artigos, mas Aécio continua em silêncio.Os dois atuam na base dos recados. Dá aqui, toma lá. E todos sabemos que antes de 2014, precisa haver 2012, ou seja, muita confusão ainda irá rolar.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Cartão de crédito infinito para Dilma

Clique na imagem para ver mais de perto

Não tem como não falar desse absurdo que é o uso indiscriminado e criminoso dos Cartões de crédito Corporativos. os gatsos com o custeio de pequenos coisas do governo, só aumentam. Gatsos totalmente injustificáveis! Já não não basta os escândalos de corrupção que já vêm de séculos,

O cartão coorporativo  possibilita fazer pagamentos ou saques sem precisar de autorização prévia da União – atingiram recorde no ano passado. Foram gastos 80 milhões de reais, 15 milhões de reais a mais que o registrado em 2009. As informações foram compiladas e divulgadas pela ONG Contas Abertas.

Craido por meio de decreto n° 3 892 de agosto de 2001, os gastos já somam mais 357,6 milhões de reais. É claro que o "grosso" do gasto ficou com a Presidência da República e órgãos subordinados: 105,5 milhões de reais nos últimos nove anos. De acordo com o Contas Abertas, quase 93% destes gastos não podem ser discriminados por se tratarem de “informações protegidas por sigilo, para garantia da segurança da sociedade e do Estado

Kassab com vergonha muda o nome de partido para evitar gozação


Ainda em gestação, o novo partido que será criado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, não se chamará mais Partido da Democracia Brasileira (PDB).
O nome não agradou. Falta sonoridade.
Além disso, antes mesmo de nascer, o partido recebeu alcunhas pouco amistosas como Partido Da Boquinha.

O nome mais cotado agora é Partido Social Democrata (PSD).

Kassab reuniu-se por duas vezes, ontem e hoje, em Brasília, com deputados da base de apoio do governo para fazer os últimos acertos.

Em busca de assinaturas para a criação do partido, Kassab fará, nos próximos dias, reuniões em São Paulo, Amazonas e Bahia.
Blog Noblat

Balaio do Kotscho

Blog do Noblat

Tanto barulho, tanta notícia, meses de conversas sobre o novo partido de Gilberto Kassab, tudo para quê? Para nada…
Como já era de se esperar, a convenção do DEM juntou os cacos, quer dizer os caciques, e mesmo em clima de velório conseguiu não só eleger um novo presidente, o veterano senador José Agripino Maia, em lugar de Rodrigo Maia, como evitou a sangria anunciada pelo prefeito paulistano, quem nem foi à convenção.
Ao anunciar o PDB, sigla criada para abrigar os descontentes do DEM e de outros partidos, Kassab logo deixou claro que o novo partido seria apenas um trampolim para driblar a legislação eleitoral e, em seguida, se jogar nos braços do PSB, o partido do governador pernambucano Eduardo Campos, que é da base aliada da presidente Dilma.
Dos 35 nomes que chegaram a ser anunciados para acompanhar Kassab no novo partido, não restam mais do que meia dúzia de dois ou três sem maior expressão, com exceção do vice-governador de São Paulo, meu amigo Guilherme Afif, que foi quem levou Kassab para a política na equipe da sua campanha presidencial, em 1989, pelo antigo PL.
 O antigo aliado Rodrigo Garcia (SP), a senadora goiana Kátia Abreu, líder ruralista, a prefeita de Riberão Preto, Dárcy Veras, e o ex-candidato a vice de Serra, Indio da Costa (RJ), várias “estrelas” anunciadas já estão roendo a corda do “novo partido”.
 Confesso que fiquei surpreso ao ver o discreto Kassab circulando como grande estrategista político e ganhando destaque num possível rearranjo partidário em nível nacional. Quando a esperteza é grande demais acaba engolindo o esperto.

Saiba porque o Minha Casa, Minha Vida não vai pra frente

A frase "Dilma não segue a cartilha de Lula por ter um perfil mais gerencial"- Não é verdade absoluta. No apescto gestão pública, não são apenas os perfis (político ou gerencial) que dão o tom dos governos, mas sobretudo, a preocupação com a qualidade dos serviços, sem obviamente, onerar ainda mais  a máquina pública. Também é óbvio que para obter sucesso pode ser necessário gastar com a qualificação da mão de obra, evitando desperdícios com dinheiro público (que na maioria dos governos não é preocupação), por quem paga a conta é você leitor. A gastança desenfreada do Governo Federal, não é novidade para ninguém, mas como bons cidadãos, devemos sempre apontar o que de fato fica longe dos holofotes da imprensa. Devem ter ouvido que dilma criará outros dois ministérios não é? Sim, pois os fará, todavia, cabe mostrar que "criar" estruturas tenm um custo e muitas vezes tão alto, que a vale a pena pagar. Temos no governo federal dezenas de imóveis alugados fora da Esplanada dos Ministérios. Para que nos perguntamos? Para custear a máquina administrativa.

Ministérios deixados por FHC - 26 (1995-2002)
Ministérios deixados por Lula  37 ( 2002-2010)

Atualmente o governo Dilma paga 9 milhões em aluguéis e tem 37 ministérios (deixados por Lula), agrega-se mais 02 ministérios que serão criados, totalizando 39 Ministérios e mais 02 aluguéis.

De acordo com o Blog Jogo do poder. A chamada “Esplanada oculta” custa, no mínimo, R$ 100 milhões por ano, dinheiro suficiente para construir cerca de 2.700 casas do programa Minha Casa, Minha Vida, que já está em sua segunda edição, sem ao menos concluir a primeira.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Você sabe a diferença entre os burocratas e os políticos?

Como é o primeiro post do blog, dedicarei a uma questão que considero fundamental por uma questão de cidadania, e também alvo de várias perguntas nas salas das faculdades. Dedicarei a gestão pública por ser, minha paixão, minha obra, minha vida. Desse modo, nenhum título me “assanha” tanto (salvo meus pensamentos) do que o bom conhecimento sobre a política pública, e por conseguinte, a política, sua profissionalização e as mudanças de paradigmas. Tô nem aí para o baixo alcance que terá este post, pelo contrário, me dou por satisfeito em oportunizar para apenas um leitor sequer.
  Você sabe a diferença entre os burocratas e os políticos?
 
Os políticos são aqueles atores cuja posição resulta de mandatos eletivos, ou sejam sua atuação é condicionada principalmente pelo cálculo eleitoral e pelo pertencimento a partidos políticos.

Exemplo: parlamentares, governadores, prefeitos e membros eleitos do executivo federal.
Os burocratas, por sua vez, devem a sua posição à ocupação de cargos que requerem conhecimento especializado e que se situam em um sistema de carreira pública.
 
Além disso, eles têm projetos políticos, que podem ser pessoais ou organizacionais (como a fidelidade à instituição, o crescimento da organização à qual pertencem, etc). Por isso, é comum haver disputas não apenas entre políticos e burocratas, mas também conflitos entre burocracias de diferentes setores do governo.

 Embora não possuam mandato, os burocratas geralmente possuem clientelas setoriais. Verdade é que  como se prestam a outros grupos não há diferença entre os políticos.